terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Autoconhecimento


Autoconhecimento


Autoconhecimento

"O ser consciente deve trabalhar-se sempre, partindo do ponto inicial da sua realidade psicológica, aceitando-se como é e aprimorando-se sem cessar. Somente consegue essa lucidez aquele que se autoanalise, disposto a encontrar-se sem máscara, sem deterioração. Para isso, não se julga, nem se justifica, não se acusa nem se culpa. Apenas descobre-se" ( Joanna de Angelis) 

sábado, 22 de fevereiro de 2014

Influência dos Pais sobre os filhos.

Autor : Paulo Nunes

  “- o Espírito dos pais não exerce influência sobre o do filho, após o nascimento?  

   

__ Exerce, e muito, pois como já dissemos, os Espíritos devem concorrer para o progresso recíproco. Pois bem: o Espírito dos pais tem a missão de desenvolver o dos filhos pela educação: isso é para ele uma tarefa? Se nela falhar, será culpado”. ( Questão 208, de “ O Livro dos Espíritos”, de Allan Kardec). 

     Instruir significa oferecer conhecimentos a alguém, ministrar-lhe ensinamentos que, via de regra, são obtidos em estabelecimentos estudantis próprios para tal fim, enquanto educar é formar caráter, tarefa preponderante da família.
     Uma pessoa pode ser instruída sem ser educada. A sociedade está repleta de exemplos dessa natureza, no entanto, quem é educado também é instruído, pois que a educação pressupõe uma ação mais completa. 
   

Sendo Espíritos imortais, criados por Deus na simplicidade e na ignorância, com a proposta de alcançarmos a perfeição à partir dos nossos próprios esforços, em busca do aprimoramento pessoal, saímos um dia das esferas espirituais para uma existência na Terra, trazendo na bagagem inúmeras metas a serem alcançadas, tendo em mira a nossa prosperidade e evolução.
     Renascidos neste mundo, sob a guarda e tutela dos pais, neles depositamos nossas esperanças de concretização dos nossos sonhos, contando com a imprescindível colaboração deles, o que possibilitou a nossa caminhada até aqui, com as condições devidas para que colhêssemos os frutos das semeaduras que fizemos.

     Da mesma forma, nossos filhos, em idênticas condições e desejos, também aspiraram progresso e melhoria, despertando em nossos braços dentro de um novo processo reencarnatório. Buscam por aperfeiçoamento e evolução e confiaram em nossas mãos seus anseios de crescimento espiritual.
     Sendo assim, é indispensável compreender que a paternidade é, sem dúvida, uma das maiores missões que alguém possa receber sobre a face da Terra. Tarefa de extrema e capital importância, pois que dependendo da responsabilidade e dedicação como é executada, contribuiremos para a formação de uma sociedade mais justa, fraterna e humana ou criaremos núcleo de indivíduos desajustados, inconsequentes e imaturos que comprometerão a estabilidade do organismo social em que mourejamos.
  

  Nenhum pai e nenhuma mãe poderá desconhecer a gama de responsabilidades que pesa sob seus ombros. A cada um deles Deus perguntará, através das suas próprias consciências : o que foi feito dos filhos que a eles foram confiados?
     Assim, é indispensável criar condições para que nossos filhos se instruam, mas é imprescindível que nos esforcemos até as raias do sacrifício para educa-lós.
       E, incontestavelmente, a melhor e mais adequada forma de ensina-lós a viver com dignidade, respeito, responsabilidade e honradez é exemplificando tais virtudes, pois que os genitores são os primeiros e os mais fortes referenciais que os filhos encontram.
     Que os pais exercem reconhecidas influências sobre os filhos ninguém tem dúvidas, o que realmente precisamos refletir, maduramente, é sobre a qualidade dessas influências, pois que no momento nota-se significativa parte da infância, adolescência e juventude carregadas de problemas e carentes de um postura mais digna, fatores que poderão, sem dúvida, comprometer a reencarnação de muitos que planejaram progresso e evolução.
   

Como se sentirão os pais, nos dias do futuro, ao tomarem consciência de que a falência e a derrocada dos filhos decorreram do descaso, omissão e indiferença deles diante da inadiável tarefa de educa-lós e que deixaram de realizar?
     Da mesma forma, qual será o tamanho e a dimensão da alegria e da satisfação dos genitores que não descuidaram da missão de educar a sua prole, ao ver os filhos enquadrados na ordem dos homens de bem?

Reflitamos…ainda há tempo…


Disponível em:

http://usecara.org/?p=829


quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Livro N. 53 - ATAREVE Olhos da Vingança

 
O domínio da força exalta instintos, emana percepções e comanda vontades. Mas os sentimentos puros buscam a harmonia. Réu da própria consciência, o personagem procura vencer desafios num ambiente onde o respeito é forjado no medo. Império romano; palco de paixões em amadurecimento, a caminho do amor. Conflito entre a ética do poder e a responsabilidade da justiça num cenário de traição, fanatismo e de esperança contra a tirania.

Vigorosa narrativa de Fénelon que supera a barreira do tempo, trazendo o ontem ao hoje, conduzindo-o ao amanhã; revelando as fraquezas humanas enquanto não se conquista a suprema perfeição.

Simplicidade e precisão captadas pelo autor que registrou a rudeza de uma época sem macular a força criadora da vida.

Leitura prazerosa e instigante.

Livro N. 52 - A Misericórdia Divina Nos Liberta do Passado

 

Resenha do livro A Misericórdia Divina Nos Liberta do Passado

Autora: Jéssica Cavalcante
 
"O livro A Misericórdia Divina Nos Liberta do Passado tem como base principal nos mostrar para que nascemos, afinal não viemos ao mundo a passeio e ate para nascer tem o “por quê”. O livro A Misericórdia Divina Nos Liberta do Passado conta histórias variadas quais são de espíritos desencarnados que passam pela Casa Transitória que é um complexo hospitalar e de estudos para os irmãos desencarnados e o grupo espírita Euripedes Barsanulfo que tanto presta auxílio para os encarnados e também para os desencarnados.

  O livro A Misericórdia Divina Nos Liberta do Passado, é um livro Kardecista qual nos mostra com riqueza de detalhes um pouco da complexidade do plano espiritual. Além de trazer consigo muitos ensinamentos, possui citações valorosas. A meu ver, durante a leitura e análise, a principal lição que pude aprender é: “Não se vingue”, sabe aquele ditado que diz: “O Crime não compensa”? Pois bem, “a vingança não compensa” e com isso toda ações que realizamos iremos arcar. Ou seja, quem planta um dia irá colher e posso garantir que a colheita será farta.

 Por ser diversas histórias, com toda certeza possui mais de 6 histórias de vidas, são bem distintas essas histórias já que cada personagem, no caso pessoa, já que são historias reais possui contextos de vidas bem distintos, ou seja são pessoas de contextos sociais opostos mas o que elas tem em comum é que geralmente cometeram erros bem parecidos. A presença da violência, de condutas errôneas, vingança por morte prematura e etc.

 Logo no primeiro capítulo você se depara com a história de Manuela e de todo o livro a historia de Manuela foi a que mais me impressionou ate porque me surpreendeu e como eu gosto de dizer, não gosto de prever o que vai acontecer no livro – gosto de ser surpreendida. Logo nas primeiras páginas assim que Manuela se casa, eu penso: “Legal, se casou, agora vai ser feliz para sempre”, e com toda certeza me enganei. Estava tudo as mil e uma maravilhas, família feliz, tudo lindo ate que do nada surge o Everaldo e faz a historia de Manuela tomar um rumo oposto. E Manuela se envolve em um romance com Everaldo ate que ela vem a engravidar e com medo do marido descobrir ela resolve causar uma tragédia. (infelizmente não posso contar o que Manuela fez, pois se não perde a graça e eu acho justo o leitor sentir a mesma sensação que eu tive de surpresa). Então quando essa tragédia acontece, eu não imaginava que a leitura tomaria esse rumo. Ficou um suspense no ar, pois Manuela bem no início do livro é uma personagem típica de filme da Disney. A personalidade de Manuela é tão doce quanto à de Cinderela, mas como diz minha mãe: “É de onde não se tira que se espera”. Com toda certeza Durante a leitura você perceberá que Manuela e Cinderela só têm em comum mesmo a beleza.

Outra história que me fez “cair o queixo” foi a de Gustavo, no final você descobre que o vilão não é tão vilão assim. Uma coisa é certa na vida não tem isso de mocinho e bandido, porque ao passo que anda a vida o mocinho pode muito bem se revelar no vilão. Foi outro momento que me surpreendi, pois pensei que a leitura iria trilhar para um caminho e me deparo com uma informação que explica o ‘por quê’ de tantas coisas terem acontecido.

 Com toda certeza ao ler o livro A Misericórdia Divina Nos Liberta do Passado, você irá se surpreender. O legal do livro é que ele mescla momentos de muito suspense com momentos de paz, porque alguns momentos o cenário é no plano espiritual onde está uma verdadeira paz com os irmãos desencarnados estudando e auxiliando uns aos outros. O livro também trás algo bem interessante, a respeito de manicômios, pois no plano espiritual também existe manicômio.


 A percepção que eu tenho é que quando o assunto é umbral pelo visto o planeta Terra está bem agitado ultimamente pois as piores barbarias invés de acontecer no Umbral acontece aqui na Terra. É bom para acabar com esse estereótipo de céu e inferno, já que muitas vezes o inferno não está no umbral em si nas atitudes erradas e irresponsáveis dos humanos. Não estou dizendo que o planeta Terra é um ‘inferno’, afinal existem muitas pessoas boas nesse mundo, mas se existe violência e todo esse terror que vemos diariamente é unicamente culpa nossa, pois é a partir de ações humanas que nascem a violência e muitas outras tragédias. O livro A Misericórdia Divina Nos Liberta do Passado, trabalha muito a questão de conduta, pois ele mostra como nossas atitudes prejudicam o próximo e a nós mesmo, então ele frisa bem a respeito da ambição, o contexto familiar e etc. Isso é bem legal!

  Gostei muito do livro A Misericórdia Divina Nos Liberta do Passado, pois as histórias são bem envolventes, os conhecimentos acerca da espiritualidade também são bem interessantes, pois muitas de minhas dúvidas a respeito da reencarnação foram sanadas.

 Outro ponto que me chamou muita atenção é que esteticamente eu achei o livro muito lindo, não gosto de julgar capa, pois para um livro ser interesse ele tem que te conquistar. Mas a primeiro olhar eu achei o trabalho de diagramação bem feito, pois os detalhes em auto-relevo da capa achei bem legal, além que a capa em si é muito bonita. O livro é leve, e facilita bastante a leitura. Comento esse fator porque em termos estéticos também me surpreendi, pois ele é bonito esteticamente e lógico possui um conteúdo fascinante.

  Tem uma citação na pagina 306 e eu achei muito linda, transcrevi apenas um trecho, pois a citação completa está em: (CliqueAqui)

“É Deus! Deus, que vos revelais pela natureza, vossa filha e nossa mãe. Reconheço-vos eu, Senhor, na poesia da Criação, na criança que sorri. No ancião que tropeça, no mendigo que implora, na mão que assiste, na mãe que vela, no pai que instruí, no apostolo que evangeliza!”
                                                                                  Eurípedes Barsanulfo.

Segue as informações abaixo:


Autor:  Izoldino Resende
 Editora:  Chico Xavier
Nº de Páginas:  320
Preço:   R$ 12,00 *podendo variar conforme o distribuidor*
Mais informações do livro, acesse:


sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Quem somos ? De onde Viemos? Para onde Vamos?


Espiritismo e Fé Religiosa

O Espiritismo e a Fé Religiosa

O Espiritismo revive a lição do Cristo, que
auxiliou sem remuneração, que perdoou
infinitamente e que aceitou a morte no extremo
sacrifício para que a justiça no mundo se ...

banhasse de caridade, a fé nasce pura e sublime,
sem qualquer nuvem de arrogância ou de
prepotência, de vez que ao espírita cabe o dever
de acompanhar o Divino Mestre da Manjedoura e
da Cruz, retribuindo a incompreensão com o
entendimento e o ódio com o amor, por
reconhecer, com Jesus, que somente a verdadeira
fraternidade com incessante serviço no Bem
Eterno será capaz de extinguir na Terra o velho
cativeiro às trevas da ignorância, a fim de que a
Humanidade penetre, vitoriosa, o domínio
Soberano da Felicidade e da Luz.

Autor: Emmanuel
Psicografia de Francisco Cândido Xavier. Livro: Doutrina de Luz
Ver mais

Merecimento Espiritual

 
 
Merecimento Espiritual

Todos os seus estados e condições, realizações e
necessidades podem ser definidos por máquinas,
engenhos, instrumentos, aparelhos, laboratórios
e fichários da Terra; entretanto, não se esqueça ...

você de que o serviço ao próximo é a única
medida que fornece exata notícia do seu
merecimento espiritual.

Autor: André Luiz
Psicografia de Psicografia de Chico Xavier. Do livro Ideal Espírita

Divaldo Franco Fala sobre Chico Xavier

A Reencarnação e a Igreja Católica

A reencarnação sempre foi proclamada pelas culturas religiosas orientais, mesmo antes do Cristianismo. O próprio Cristo falava abertamente da reencarnação, consoante se vê, por exemplo, em Mateus 11:14. Infelizmente, de um modo geral, sempre a verdade, principalmente a religiosa, esteve submetida a caprichos e interesses humanos, muitos destes justificados pela vaidade ou pelo jogo político de pod...er.
Assim, Teodora, esposa do imperador Justiniano, escravocrata desumana e muito preconceituosa, temia que pudesse reencarnar como negra e escrava, por isso pressiona o papa Virgílio, que ascendera ao pontificado pela intervenção do general Belisário, a fim de que fosse excluído o princípio da reencarnação no Catolicismo.
Era, então, meado do século VI, no ano de 553, quando o segundo Concílio de Constantinopla, atual Istambul, na Turquia, em decisão política, para agradar o Império Bizantino, resolveu abolir tal certeza, cientificamente justificada, substituindo-a pela palavra ressurreição, que ataca toda ordem natural do processo da vida neste planeta.
A Igreja de Roma rejeita todo o pensamento de Orígenes de Alexandria, um dos maiores teólogos de todos os tempos, e execra nessa assembléia dos bispos o princípio da reencarnação.

José Medrado - medrado@cidadedaluz.com.br
http://www.panoramaespirita.com.br/artigos/artigos_04.html

VOCÊ SABIA QUE A REENCARNAÇÃO ERA ACEITA PELA IGREJA CATÓLICA ATÉ O ANO DE 553?


 Porque a Reencarnação passou a ser condenada pela Igreja Católica
O Concílio de Constantinopla – 553 D.C

Até meados do século VI, todo o Cristianismo aceitava a Reencarnação que a cultura religiosa oriental já proclamava, milênios antes da era cristã, como fato incontestável, norteador dos princípios da Justi...ça Divina, que sempre dá oportunidade ao homem para rever seus erros e recomeçar o trabalho de sua regeneração, em nova existência.
Aconteceu, porém, que o segundo Concílio de Constantinopla, atual Istambul, na Turquia, em decisão política, para atender exigências do Império Bizantino, resolveu abolir tal convicção.
É que Teodora, esposa do famoso Imperador Justiniano, escravocrata desumana e muito preconceituosa, temia retornar ao mundo, na pele de uma escrava negra e, por isso, desencadeou uma forte pressão sobre o papa da época, Virgílio, que subira ao poder através da criminosa intervenção do general Belisário, para quem os desejos de Teodora eram lei.
E assim, o Concílio realizado em Constantinopla, no ano de 553 D.C, resolveu rejeitar todo o pensamento de Orígenes de Alexandria, um dos maiores Teólogos que a Humanidade tem conhecimento.
As decisões do Concílio condenaram, inclusive, a reencarnação admitida pelo próprio Cristo, em várias passagens do Evangelho, sobretudo quando identificou em João Batista o Espírito do profeta Elias, falecido séculos antes, e que deveria voltar como precursor do Messias (Mateus 11:14 e Malaquias 4:5).
Agindo dessa maneira, como se fosse soberana em suas decisões, a assembléia dos bispos, reunidos no Segundo Concílio de Constantinopla, houve por bem afirmar que reencarnação não existe, tal como aconteceu na reunião dos vaga-lumes, conforme narração do ilustre filósofo e pensador cristão, Huberto Rohden, em seu livro "Alegorias", segundo a qual, os pirilampos aclamaram a seguinte sentença, ditada por seu Chefe D. Sapiêncio, em suntuoso trono dentro da mata, na calada da noite: "Não há nada mais luminoso que nossos faróis, por isso não passa de mentira essa história da existência do Sol, inventada pelos que pretendem diminuir o nosso valor fosforescente".
E os vaga-lumes dizendo amém, amém, ao supremo chefe, continuaram a vagar nas trevas, com suas luzinhas mortiças e talvez pensando - "se havia a tal coisa chamada Sol, deve agora ter morrido".
É o que deve ter acontecido com Teodora: ao invés de fazer sua reforma íntima e praticar o bem para merecer um melhor destino no futuro, preferiu continuar na ilusão de se poder fugir da verdade, só porque esta fora contestada pelos "deuses do Olimpo", reunidos em majestoso conclave.

[Vivaldo J. de Araújo]
Veja mais: http://www.acasadoespiritismo.com.br/artigos/reencarnacao%20no%20concilio%20de%20constantinopla.ht

Nova visao católica sobre inferno e sobre adão e Eva.


PAPA Franciaco afirma:
‘Não há fogo no inferno, Adão e Eva não são reais’, diz o Papa Francisco
"Todas as religiões são verdadeiras , porque elas são verdadeiras nos corações de todos aqueles que acreditam neles", disse o Papa
O artigo “Nã...o há fogo no inferno, Adão e Eva não são reais”, diz Papa Francisco foi retirado de um site espanhol na qual a fonte encontra-se no final do texto. Me surpreende algumas atitudes desse Papa. Não é de hoje que ele gera polemica com suas revelações. Colocarei os texto do artigo e da minha opinião em cores diferentes para melhor compreensão.

Artigo traduzido:

Um homem que está lá para abrir muitos “segredos ” antigos na Igreja Católica é o Papa Francisco. Algumas das crenças que são realizadas na igreja, mas que são contra a natureza amorosa de Deus, estão sendo revistas pelo Papa, que foi recentemente nomeado o ‘ Homem do Ano ‘ pela revista TIME .

Em suas últimas revelações , o Papa Francisco disse :

” Por meio da humildade , da introspecção e contemplação orante ganharam uma nova compreensão de certos dogmas . A igreja já não acredita em um inferno literal , onde as pessoas sofrem . Esta doutrina é incompatível com o amor infinito de Deus. Deus não é um juiz , mas um amigo e um amante da humanidade. Deus nos procura não para condenar, mas para abraçar . Como a história de Adão e Eva , nós vemos o inferno como um artifício literário . O inferno é só uma metáfora da alma exilada (ou isolada), que, como todas as almas em última análise, estão unidos no amor com Deus. “

Em um discurso poderoso que está repercutindo em todo o mundo , o Papa Francisco declarou:

” Todas as religiões são verdadeiras , porque elas são verdadeiras nos corações de todos aqueles que acreditam neles. Que outro tipo existe realmente ? No passado , a igreja a igreja considerava muitas coisas como pecado que hoje já não são julgadas dessa maneira . Como um pai amoroso, nunca condena seus filhos. Nossa igreja é grande o suficiente para heterossexuais e homossexuais , por pró-vida e pró- escolha! Para os conservadores e liberais , até mesmo os comunistas são bem-vindos e se juntaram a nós . Todos nós amando e adorando o mesmo Deus . “Nos últimos seis meses , os cardeais, bispos e teólogos católicos têm debatido na Cidade do Vaticano sobre o futuro da Igreja e da redefinição das doutrinas católicas e seus dogmas.”

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Comportamento e autoconhecimento

"Por que me comporto eu, sempre, de modo diferente do que devo, em companhia dos
Outros? Bem sei que alguma razão deve haver". Anne Frank.

Paulo também fez esta inferência afirmando: "Não faço o bem que quero, mas o mal que não quero, esse eu faço." Paulo (Romano 7-19)

O comportamento humano pode nos leva a agir de forma errônea, caso não estejamos atentos para com nossos desejos inconscientes. 

A vigilância para com os nossos atos deve ser uma constante. Somos seres em plena caminhada terrena, agindo influenciados pelo automatismo do inconsciente coletivo, que nos leva à falsa percepção da realidade verdadeira e última do ser.

Entretanto, como seres racionais e éticos, devemos valorar nosso ato, passando-o pelo crivo da razão, perquirindo se ele é bom, útil e importante para nosso próximo, tendo em mente o ensinamento do Cristo que nos concita a "fazer ao próximo o que gostaria que o outro nos fizesse."

Somos seres fadados ao bem, portanto, não devemos nos deixar dominar pelas más paixões. A vigilância do pensamentos e controle dos atos representam aspectos positivos na conquista de nosso autocontrole e autoconhecimento. 

Não somos autômatos, somos espíritos livres, possuidores do livre arbítrio para nossas ações.

Portanto, agir com consciência crítica representa um padrão de conduta exigido de todos aqueles que buscam o autoconhecimento e a superação de seu ego."
Cristiano  Cândido 

Ben Breed - Testemunho sobre a vida espiritual


Aos Corações - musica espirita de minha autoria

COMO OCORRE A PSICOGRAFIA?

Como ocorre a psicografia?

Entenda como ocorre o fenômeno da psicografia, segundo a doutrina espírita

A psicografia é a mediunidade pela qual os espíritos influenciam a pessoa, levando-a a escrever. Os que a possuem são denominados médiuns escreventes ou psicógrafos.

Uma das vantagens da psicografia é ser o mais simples, cômodo e, sobretudo, completo de todos os meios de comunicação. Outra vantagem é que não pode ser alterada e não fica na dependência da memória ou da interpretação dos participantes da reunião (como no caso da mensagem oral). Além disso, a análise e a crítica às mensagens se torna mais fácil, permitindo um estudo acurado da mensagem quanto ao estilo, ao conteúdo e às idéias. Pode ainda ser comparada com outras ditadas anteriormente pelo mesmo espírito.

 

 

Fluido Vital

O fluido vital ou eletricidade biológica, como é classificada pela medicina acadêmica, escoa-se facilmente pelo corpo humano através da rede nervosa, principalmente pelas pontas dos dedos e cabelos, na forma de energia dinâmica em dispersão ou “fuga” pelas pontas.

Os plexos nervosos são fontes de fluido vital armazenado, constituindo-se de reservas energéticas que, a qualquer momento, transformam-se em energia dinâmica, fazendo a conexão dos orgãos físicos e as suas respectivas contrapartes ou matizes situadas no perispírito, que são extremamente sensíveis à atuação de espíritos desencarnados. Quando o médium conserva maior potencial de carga magnética em torno dos plexos nervosos, ele também oferece melhor ensejo para os desencarnados acionarem os seus nervos motores e, assim, identificarem-se mais facilmente por suas características individuais.

O médium mecânico é mais apropriado para identificação dos desencarnados, pois a seiva magnética que acumula nos plexos nervosos transforma-se em alavanca eficiente para os desencarnados comandarem os nervos motores dos braços e, desta maneira, exporem fielmente suas idéias e escreverem de forma idêntica à que usavam em sua vida física.

Mas o médium semi-mecânico vê-se obrigado a preencher intuitivamente todos os truncamentos ou vazios de suas comunicações, motivo pelo qual ele tem consciência perfeita de quase tudo o que escreve, embora o faça de modo semi-mecânico.

Quando lhe desaparecem os impulsos da mão na escrita mecânica, ele prossegue o comunicado passando a “ouvir” intuitivamente seus comunicantes, que ora escrevem diretamente, ora o fazem pelo ajuste perispiritual.

 

Classificação da psicografia

Conforme a mecânica do processo mediúnico, os médiuns psicógrafos podem ser classificados em três tipos: intuitivo, semi-mecânico e mecânico.

 

Intuitivo

Representando 70% dos médiuns psicógrafos, o médium intuitivo não abandona o corpo físico no momento em que escreve as mensagens dos espíritos. Neste caso, o espírito não atua sobre a mão para movê-la, atua sobre a alma do médium, identificando-se com ela e lhe transmitindo suas idéias e vontades. O médium as capta e, voluntariamente, escreve.

Portanto, tem conhecimento antecipado, mas o que escreve não é seu. Age como um intérprete que, para transmitir o pensamento, precisa compreendê-lo, apropriar-se dele e traduzi-lo. O pensamento não é seu, apenas lhe atravessa o cérebro. No início, o médium confunde com seu próprio pensamento e as mensagens, às vezes, extrapolam o conhecimento do médium.

 

Semi-mecânico

Os médiuns semi-mecânicos, que representam 28% dos médiuns psicógrafos, também não abandonam o corpo físico ao escreverem as mensagens. O espírito atua sobre a mão do médium, que não perde o controle desta, mas recebe uma espécie de impulsão.

O médium participa tanto da mediunidade mecânica como da intuitiva, pois escreve recebendo parte do pensamento dos espíritos pela comunicação e contato perispiritual, ao mesmo tempo em que outra parte é articulada pelos comunicantes, independentemente de sua vontade.

Os semi-mecânicos têm consciência do que escrevem à medida que as palavras vão sendo escritas. O médium tem um conhecimento parcial daquilo que lhe atravessa o cérebro perispiritual, mas passa a ignorar os trechos que lhe são escritos mecanicamente, sem fluir pelo cérebro físico.

 

Mecânico

Caso raro entre os médiuns psicógrafos (2%), os médiuns mecânicos, a exemplo dos outros dois tipos, não abandonam o corpo físico no momento de escrever as mensagens. O espírito desencarnado atua sobre gânglios nervosos à altura do omoplata e, dessa forma, age diretamente sobre a mão do médium, impulsionando-a. Esse impulso independe da vontade do médium, ou seja, enquanto o espírito tem alguma coisa a escrever, movimenta a mão do médium sem interrupção.

Certos médiuns mecânicos chegam a trabalhar com ambas as mãos ao mesmo tempo e sob a ação simultânea de duas entidades. E em condições excepcionais, o médium ainda pode palestrar com os presentes sobre assunto completamente diferente do que psicografa. Nesse caso, o espírito comunicante consegue escrever na forma que era peculiar na vida física.

O médium mecânico não sabe o que sua mão escreve. Somente depois, ao ler, é que ele vai tomar conhecimento da mensagem. A escrita mecânica costuma ser célere, muito rápida.

 

 

Mecanismo mediúnico da psicografia

O mentor espiritual responsável pela preparação do fenômeno da psicografia aproxima-se do médium e lhe aplica forças magnéticas sobre seu chacra coronário, que sensibiliza e ativa a glândula pineal, fazendo-a produzir um hormônio chamado melatonina. A melatonina interage com os neurônios, tendo um efeito sedativo. Em seguida, a melatonina é direcionada para a parte do córtex cerebral responsável pela coordenação motora, que vai ficar sob seu efeito, ou seja, sedada. Assim, o médium perde o comando sobre os órgãos da coordenação motora, permitindo que outro espírito se ligue a este sistema sensitivo e o utilize.

Depois, os espíritos auxiliares aproximam o espírito que irá se manifestar pela psicografia e fazem a ligação perispiritual aos órgãos sensoriais do movimento dos braços do médium, através do chacra Umeral. O espírito comunicante temporariamente se apossa dos gânglios nervosos à altura do omoplata do médium, apropriando-se de seu mundo sensitivo e conseguindo se expressar pela escrita.

 

Médiuns polígrafos

Incluem-se nesta forma de mediunidade os casos de poligrafia, que é o chamado dom de mudar a escrita conforme o espírito que se comunica ou a reprodução da escrita que o espírito tinha em vida. O primeiro tipo de fenômeno é mais comum, enquanto que o segundo, a identidade da escrita, é mais raro.

 

Médiuns iletrados

Incluem-se nesta forma de mediunidade os médiuns que escrevem sem saber ler nem escrever no estado normal, mas que escrevem fluentemente quando em transe mediúnico. Esse tipo de médium é mais raro que os demais, porque há maior dificuldade material a vencer.

 

Médiuns poliglotas ou xenoglotas

Nesta forma de mediunidade incluem-se os casos de xenoglossia, o chamado dom das línguas (xeno = estranha; glota/glossia = língua), tão interessantes e convincentes para os incrédulos.

Os médiuns poliglotas ou xenoglotas são os que têm a faculdade de falar ou escrever em línguas que lhe são desconhecidas ou até mesmo em dialetos já extintos no mundo. Também são casos muito raros de existirem.

 

Diretrizes de segurança

Os médiuns tem o dever de coibir o excesso de distúrbios da entidade comunicante. Devem controlar o espírito que se comunica para que este lhe respeite a instrumentalidade, mesmo porque o espírito não entra no médium. A comunicação é sempre através do perispírito, que vai ceder campo ao desencamado. Todavia, a diretriz é do encarnado.

O médium deverá se ajustar ao esforço de vivenciar as lições evangélicas e se ater ao estudo, ao trabalho e à abnegação ao semelhante.

Mesmo médiuns inconscientes tem co-participação no fenômeno mediúnico. Ao mesmo tempo, exercem a fiscalização e o controle, coibindo, quando devidamente educado, quaisquer abusos.

Para que um médium se torne seguro, um instrumento confiável, é necessário que evolua moral e intelectualmente, na razão que exercita sua faculdade. Neófitos atraidos para a prática mediúnica ansiosos pelos fenômenos e os médiuns invigilantes respondem pelos desequilíbrios das manifestações mediúnicas.

O artigo e a imagem foram publicados na Revista Cristã de Espiritismo, edição especial 01.


Emmanuel sobre as grandes religiões do passado


Com a vinda do Lama budista tibetano – Chimed Rigdzin, eis que revejo no livro A CAMINHO DA LUZ (1939), do médium FCXavier, ditado pelo Espírito Emmanuel:

“(…) A gênese de todas as religiões da Humanidade tem suas origens no seu coração augusto e misericordioso (de Jesus, o Cristo). Não queremos, com as nossas exposições, divinizar, dogmaticamente, a figura luminosa do Cristo, e sim esclarecer a sua gloriosa ascendência na direção do orbe terrestre, considerada a circunstância de que cada mundo, como cada família, tem seu chefe supremo, ante a justiça e a sabedoria do Criador. 
Fora erro crasso julgar como bárbaros e pagãos os povos terrestres que ainda não conhecem diretamente as lições sublimes do seu Evangelho de redenção, porquanto a sua desvelada assistência acompanhou, como acompanha a todo tempo, a evolução das criaturas em todas as latitudes do orbe. A história da China, da Pérsia, do Egito, da Índia, dos árabes, dos israelitas, dos celtas, dos gregos e dos romanos está alumiada pela luz dos seus poderosos emissários. E muitos deles tão bem se houveram, no cumprimento dos seus grandes e abençoados deveres, que foram havidos como sendo Ele próprio, em reencarnações sucessivas e periódicas do seu divinizado amor. No Manava-Darma, encontramos a lição do Cristo; na China encontramos Fo-Hi, Lao-Tsé, Confúcio; nas crenças do Tibete, está a personalidade de Buda e no Pentateuco encontramos Moisés; no Alcorão vemos Maomé. Cada raça recebeu os seus instrutores, como se fosse Ele mesmo, chegando das resplandecências de sua glória divina.
Todas elas, conhecendo intuitivamente a palavra das profecias, arquivaram a história dos seus enviados, nos moldes de sua vinda futura, em virtude das lembranças latentes que guardavam coração, acerca da sua palavra nos espaços, tocada de esclarecimento e de amor. (…)” -
In Capítulo IX – As grandes religiões do passado