Texto disponivel em:http://www.http://www.jornaldosespiritos.com/2008/alem(7).htm.com/2008/alem(7).htm PAULO ROBERTO VIOLAPARA REVISTA ALÉM DA VIDA)
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O que pensam os diferentes credos
“Meu Deus é você, e minha religião é o amor” - Resposta de Teresa de Calcutá ao ser indagada por um paciente portador de chagas pelo corpo, que ela fraternalmente beijou: “Qual a sua Religião?” Como pensa a Igreja de Bento 16Na Inglaterra, um ex-jornalista, que estudou na Universidade de Oxford, e alcançou o grau de Mestrado em Literatura Inglesa, hoje com 51 anos de idade, membro do mosteiro beneditino Christ is the King (Cristo é o Rei), fundou e se tornou líder espiritual da Comunidade Mundial de Meditação Cristã (The World Community for Christian Meditation), de natureza ecumênica, que possui 27 centros de meditação em todo o mundo. Seu nome, Dom Laurence Freeman, monge da Ordem de São Bento - OBS (denominado beneditino), um peregrino do Ecumenismo, que já viajou a diversos países e encontrou-se várias vezes com o líder oriental Dalai Lama, com quem também praticou a meditação e mantém relacionamento fraterno. Em entrevista que concedeu numa de suas vindas ao Brasil, Dom Laurence disse que “a meditação é universal, existe em todas as religiões. Ela une a cabeça ao coração. O silêncio, a tranqüilidade e a simplicidade são elementos que permitem o encontro com a presença de Deus de uma maneira que tenha significado, forma e propósito para tudo o que vamos fazer e para tudo o que somos”. Dom Laurence reconhece “há diferentes formas de se chegar a Deus” e que “nos últimos anos houve uma retomada cristã muito grande”. Essa liderança internacional que o famoso monge beneditino inglês assumiu dentro da Igreja Católica Romana, na verdade, impulsiona em nossos dias os ideais superiores do Pontífice João 23 expressos no Concílio Vaticano 2º, que instituiu, no âmbito dos católicos, o diálogo inter-religioso entre as religiões, posteriormente confirmado pelo Papa João Paulo 2º, o primeiro a pregar numa igreja luterana e numa mesquita, e, também, o primeiro a visitar o Muro das Lamentações em reiteradas manifestações em favor de uma aproximação fraterna das religiões. O teólogo católico Dom Brian Farell, em manifestação ao público de seu credo, disse que é recomendada “a instituição de Comissões Ecumênicas em todas as Dioceses, e aos níveis nacionais e regionais, ou pelo menos a designação em cada Diocese, de um delegado encarregado de promover o espírito ecumênico e os relacionamentos intereclesiais”. O ecumenismo não é um liquidificador Porém, o veterano bispo-auxiliar do Rio de Janeiro, Dom João D’Ávila, hoje com 86 anos, que até recentemente trabalhava no Palácio São Joaquim, ao lado do Cardeal, em entrevista que concedeu a um jornal de paróquia há alguns anos, advertiu: “A doutrina da caridade exige que olhemos a todos como irmãos. O ecumenismo é uma resposta ao desejo de Jesus de que todos sejamos um. Mas essa unidade não se consegue de repente: exige sacrifício. O ecumenismo, porém, não é uma espécie de liquidificador, em que se põem dentro todas as religiões e sai uma mistura. O ecumenismo parte da afirmação de que queremos a revelação trazida por Jesus”. E aqui reside uma questão fundamental, que muita gente lida com confusão de entendimento. Ecumenismo é a união na convergência, deixando-se de lado as divergências, que devem ser substituídas pelo diálogo fraterno e pelo respeito. O atual Pontífice Bento 16 reafirmou, em abril de 2004, como objetivos importantes de seu pontificado, o diálogo ecumênico para avançar na direção da unidade dos cristãos e o diálogo local e internacional com outras religiões. Aos representantes de outras religiões o Papa Bento 16 expressou seu desejo de "continuar construindo pontes de amizade”. Este o pensamento, ou, pelo menos, a posição oficial da Igreja Católica, a Religião mais hegemônica do Planeta durante a Idade Média e, ainda, o maior credo do mundo em quantidade de fiéis, contando atualmente mais de 2 bilhões de adeptos. A posição fraterna dos irmãos islâmicos“Deus é um só e Maomé é o seu Profeta”. Quanto aos nossos irmãos islâmicos, que professam a segunda maior Religião do Planeta, com aproximadamente 1,3 bilhão de fiéis, o ideal de fraternidade também se verifica presente, pois segundo o lema dos islâmicos “Deus é um só e Maomé é o seu profeta”. Al Furqan, a primeira página Islâmica em Portugal, com divulgação pela Internet anunciou: “Os não-muçulmanos são obrigados a respeitar todos os povos, indistintamente, mas, em especial aqueles que têm fé e consciência de Deus, nomeadamente aqueles que receberam mensagens de Deus. Os Judeus e os Cristãos são considerados como "povos do Livro". O Alcorão diz aos Muçulmanos que tratem os "povos do Livro" com respeito e os informem, em termos moderados, a respeito de adoração de um só Deus, e trabalhem juntos para a solução de muitos problemas existentes na sociedade. O escritor espírita Hermínio Miranda contou à Revista Além da Vida, que em sua viagem ao Egito, estava, no Cairo, em companhia de mulçumanos, visitando a Mesquita do Alabastro, acompanhado de um guia islâmico, onde tirou os sapatos e lavou as mãos, antes de entrar, conforme exige a tradição. Depois de visitar a Basílica e extasiado com a beleza arquitetônica do templo, com ricos tapetes e “maravilhoso ambiente místico”, Hermínio disse ao guia, que gostaria de ficar a sós por uns instantes para orar ali naquela Mesquita. Surpreso, o guia o interpelou: “mas o senhor não é cristão?”... Hermínio, então, explicou que o Deus que ele acreditava era o mesmo Alah dos islâmicos, apenas com nome diferente, dando, com isso, um exemplo bastante característico de ecumenismo para o seu interlocutor... “Sempre admirei a fidelidade dos islâmicos a Deus”, disse o famoso escritor. Sobre o ecumenismo ele acha que o povo de Deus deve ser reeducado, através de seus líderes religiosos, para a tolerância, advertindo que “Política e religião é uma mistura explosiva e aí está o problema, porque todas as religiões acabam fazendo política”. E concluiu: “o dia em que as criaturas aceitarem a reencarnação o mundo será outro. Dizem que é uma doutrina ‘subversiva’ porque mexe com muita coisa. Já imaginou o dia em que os políticos a compreenderem e a aceitarem? Com certeza, não fariam o que hoje estão fazendo”... A opinião favorável dos irmãos "Reformistas" (*)“Ecumenismo é uma forma de espiritualidade. Agradecemos a Deus por este despertamento”. No âmbito das demais religiões, a disposição de aproximação e diálogo não é menos significativa. Em maio de 1977, o pastor Ervino Schmidt da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB), disse, na função de Secretário Executivo do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (Conic) que “o Ecumenismo" carrega em si a preocupação de que tenhamos nossa casa como terra habitável. Ela será habitável se derrubarmos, a partir do Evangelho, todo tipo de preconceito, todos os muros de separação, e se nos empenharmos por justiça, paz e integridade da criação. (...) De maneira mais abrangente, também é empregado para designar o diálogo entre todas as religiões (...) Percebe-se, cada vez mais, que o ecumenismo é uma forma de espiritualidade. Brota do amor a Jesus e às irmãs e irmãos. Agrademos a Deus por este “despertamento”. Por sua vez, o Pastor e líder presbiteriano, Nehemias Merien, formado em teologia pela Faculdade de Teologia da Igreja Presbiteriana , em Campinas, SP, mestre em ciências bíblicas pela Escola Bíblica de Jerusalém e pela Universidade de Nottingham, na Inglaterra e considerado um dos mais notáveis presbiterianos em exegese bíblica, também foi enfático: “Penso no reconhecimento de um permanente pentecostes, deixando o Espírito agir com plena liberdade. O caminho das pedras está na fórmula de Melacthon, cérebro da reforma Protestante: “unidade no que é essencial, liberdade naquilo que é duvidoso e a caridade em todas as coisas”. Acho este o caminho do ecumenismo”. (*) expressão usada por Chico Xavier no Programa “Pinga Fogo”, em 1971, quando se referiu aos chamados fiéis “Evangélicos”, que resultaram da Reforma Protestante, no século 16, e de suas inúmeras e posteriores facções. A manifestação de boa vontade dos cultos afroEntre nós, brasileiros, as religiões que deitam raízes em culturas genuínas, como é o caso dos cultos afro-brasileiros, a disposição de boa vontade para uma aproximação com as demais religiões não é muito diferente. Pouco antes de desencarnar, em julho de 2004, aos 96 anos de idade, o mais antigo sacerdote afro em nosso País, Agenor Miranda Rocha, ou simplesmente Pai Agenor (olwuô: dono dos segredos), professor de matemática, poeta, cantor lírico e formado por antigos líderes religiosos da Bahia, na década de 1930, considerado um dos importantes e respeitados sacerdotes dos cultos afro-brasileiros, disse: “Essa aproximação das religiões só vem comprovar a existência de um só Deus. E é partindo deste ponto que devemos unir todas as religiões, porque todas são manifestações do mesmo Pai”. A Doutrina Espírita partilha do esforço de união de todas as religiõesFinalmente, o Espiritismo, uma Religião com apenas 150 anos de existência, ainda se organizando administrativamente pelo mundo, enquanto credo religioso, mas que já encontra no Brasil a maior pátria Espírita do Planeta, despertando cada vez mais novos adeptos em todo o mundo. Por ser uma cultura ecumênica universal, por excelência, o Espiritismo não poderia ser hostil às manifestações fraternas de aproximação dos demais credos religiosos porque para a Doutrina Espírita, baseada no modelo e guia, que é Jesus, toda a lei e os profetas se resumem num único mandamento: “Amarás o Senhor teu Deus sobre todas as coisas e a teu próximo como a ti mesmo”. E o que importa para a Doutrina de Kardec é a reforma moral do indivíduo; não a sua religião... Em artigo que subscreveu sob o título “O Caráter Ecumênico do Espiritismo”, o confrade Eduardo Medeiros disse: “Todas as religiões, tem seu ponto em comum, de pertencerem a um único propósito, cada uma a seu modo, buscando a Deus de diferentes maneiras e interpretações. Contudo, o intuito final é sempre o mesmo: entender como as coisas acontecem conosco e a finalidade real da nossa existência aqui, na Terra. Longe de conceituar-se "dono da verdade", mesmo porque ninguém o é, o Espiritismo, ou melhor, a Doutrina codificada por Allan Kardec com base nos Evangelhos de Jesus e na orientação de espíritos superiores (daí a seriedade e naturalidade da questão) não foge à essa regra, ou seja, também explica com detalhes o nosso verdadeiro objetivo de vida. O por quê de estarmos aqui, diante de todas essas desigualdades, e convida a todos, independente de sua religião - por isso é ecumênico - a entender também essas grandes verdades da vida”. Por sua vez, conhecida é a posição do cientista espírita Jorge Andréa dos Santos sobre o tema ecumenismo: “O homem precisa de um estado de religiosidade, mesmo que ele não tenha religião. E me refiro à religião constituída (...) Chegará o tempo em que os rótulos vão desaparecer. No futuro, a religião será uma só e se chamará fraternidade”. O posicionamento da Federação Espírita BrasileiraEm documento dirigido a um confrade em 14 de setembro de 2005, a Federação Espírita Brasileira (FEB), representada pelo seu presidente, Nestor João Masotti, deixou expresso o seu posicionamento sobre o Ecumenismo ao dizer que “partilhando do esforço de união entre todas as religiões, a própria Doutrina Espírita ressalta a sua importância e traz em si o condão de não só colaborar com as outras religiões, como, também, o de oferecer esclarecimentos básicos dos princípios espiritualistas em que se assentam, estimulando o convívio fraternal e solidário, embasado na lei de amor que emana de Deus e a todos orienta”. Assim sendo – prossegue o documento - “a FEB tem participado também de todo esforço voltado a esta integração ecumênica entre as pessoas que se apóiam em princípios religiosos diferentes, mas que jamais devem servir de base para conflitos de nenhuma espécie”. O aceno do mundo espiritual“Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens de boa vontade”. O tema Ecumenismo, com toda a certeza, vem ao perfeito encontro das mais nobres expectativas atuais do Plano Espiritual Superior, nessa largada histórica em que nos encontramos em direção ao Planeta de Regeneração anunciado pela unanimidade da literatura espírita. Esse ideal ecumênico foi recentemente confirmado em uma prestigiosa Casa Espírita fluminense, onde em recente sessão pública, que tinha por exposição o tema “Prece”, a mesa de trabalhos ficou rodeada de Espíritos que vestiam trajes característicos das diferentes religiões, as quais procuravam representar, irmanados no ideal superior de união, fraternidade e amor. Foi quando uma médium se viu impelida a psicografar um conhecido chavão, que constitui a saudação celestial a todos os povos de todos os tempos: “Glória a Deus nas Alturas e Paz na Terra aos Homens de Boa Vontade”. Afinal, se as Religiões não derem o exemplo de diálogo, de fraternidade e, sobretudo, de respeito recíprocos umas com as outras, quem dará esse exemplo?... Importante notar que a mesma Igreja Católica – a maior Religião do Planeta, com 2 bilhões de fiéis - que não perdoou aqueles que divergiam de sua Doutrina durante os séculos sombrios da Inquisição, inaugurou, através do Pontífice João 23, esse movimento de aproximação de todos os credos religiosos, cabendo a cada fiel de boa vontade, seja de que religião for – segundo os que defendem esse movimento - regar essa plantinha de amor, cuja semente foi plantada às portas do novo período de Regeneração - o tempo das luzes - do qual se aproxima o atual e declinante Planeta de Provas e Regeneração. |
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quinta-feira, 13 de junho de 2013
Ecumenismo
quarta-feira, 12 de junho de 2013
Evolução Espiritual
COMO ACONTECE NOSSA EVOLUÇÃO? - visão espírita
Deus criou o Universo. Dentro desse Universo há vários mundos. Estes mundos são criados gradativamente juntamente com seus habitantes. Muitos planetas foram criados antes do nosso planeta Terra. Assim como outros ainda serão criados. Portanto, outros Espíritos evoluíram antes de nós. Um desses Espíritos é Jesus. Ele evoluiu em outro planeta antes do nosso ser criado. Quando Ele estava muito evoluído, Deus o incumbiu de acompanhar o nascimento e desenvolvimento do planeta Terra.
Nosso planeta teve sua origem há mais ou menos 4,5 bilhões de anos e tudo era uma massa incandescente não possibilitando haver vida.
No decorrer de milhões de anos, a massa incandescente foi esfriando e foram se formando os elementos que existem hoje em nosso planeta: o ar, a água, as rochas, o solo, as plantas, os animais e o homem.
A vida apareceu há mais ou menos 3,5 bilhões de anos, portanto, um bilhão de anos após o início da formação da Terra. Afirma-se que a primeira forma de vida surgiu na água sob forma de seres minúsculos extremamente simples. Estes foram se tornando cada vez mais complexos e deram origem às células, depois às plantas e aos animais invertebrados que habitavam o mar. Mais tarde, a vida se fixou sobre a terra firme e depois no ar.
É fantástica a marcha de surgimento de diferentes formas de vida sobre a Terra: microrganismos, plantas, peixes, répteis, aves, mamíferos.
Ao longo de muito tempo, os seres sofreram transformações sucessivas, dando origem a várias espécies. Esse processo chama-se EVOLUÇÃO.
Mas, após os répteis, surgem os animais horrendos das eras primitivas, os dinossauros. Emmanuel, no livro A Caminho da Luz disse que a Natureza tornou-se uma grande oficina de ensaios monstruosos. Os trabalhadores do Cristo analisaram a combinação prodigiosa dos complexos celulares, cuja formação eles próprios haviam delineado, então, aperfeiçoaram a máquina celular no limite possível em face das leis físicas do globo. Foi então que eles desapareceram para sempre da fauna terrestre.
Os primeiros seres humanos surgiram sobre a Terra há aproximadamente 3 milhões de anos. Parece muito, mas não é, se considerarmos que a vida no planeta tem mais de 3 bilhões de anos.
Nós espíritas concordamos com a teoria de Charles Darwin, mas ele deteve-se na evolução da forma física e Kardec deu continuidade mostrando que o corpo evolui conforme a evolução espiritual através da reencarnação.
De acordo com o Gênesis (o primeiro livro bíblico), o mundo, os animais e o homem foram criados diretamente por Deus durante uma semana.
Essa descrição é de uns 3 mil anos atrás, época em que o homem não tinha os conhecimentos científicos de hoje.
Atualmente, a narrativa da criação do mundo seria bem diferente. Mas num ponto ela continuará igual: Deus é o criador de tudo o que existe.
Tudo começa pelo átomo; do átomo passamos a ser um mineral; do mineral passamos a ser um vegetal; do vegetal passamos a ser um animal; do animal passamos a seres humanos; e enfim, de seres humanos passaremos a arcanjos. Por milênios e milênios de evolução experimentamos graus inferiores até conquistarmos a inteligência. Entre o irracional e o homem, há longos caminhos a percorrer.
Não fomos criados todos ao mesmo tempo, porque Deus cria incessantemente, por isso é natural que encontremos Espíritos, encarnados e desencarnados em graus de evolução diferentes.
Quando um cachorro, por exemplo, der sinal de inteligência, não continuará mais aqui na Terra, que não lhe oferecerá condições; ao desencarnar o Espírito desse cachorro irá para mundos em começo de evolução. Após cachorro, reencarnará no corpo de um primata aprendendo a andar de pé, a usar as mãos. Depois reencarnará num planeta primitivo, cujos moradores são espíritos que moram em cavernas. E assim, evoluirá com o planeta, assim como ocorreu com nós. Fomos moradores das cavernas, desencarnamos e aprendemos no plano espiritual alguma coisa; reencarnamos e voltamos melhor, com mais conhecimento; desencarnamos e encarnamos várias vezes até sairmos da caverna e nos tornarmos seres mais evoluídos, buscando cada vez mais o crescimento espiritual. Nosso planeta já foi um mundo primitivo e está passando de provas e expiações para regeneração. Enquanto isso, outros mundos estão sendo criados e com ele passando por todo processo de evolução deles e dos seres que nele aparecerem.
Cada planeta é habitado por Espíritos com grau evolutivo correspondente ao planeta.
Allan Kardec classifica os planetas em:
1) Primitivos: onde os espíritos realizam suas primeiras encarnações.
2) De provas e de Expiações: onde predomina o mal, porque há muita ignorância; aí, as pessoas sofrem as conseqüências dos erros praticados (expiação) ou passa por experiências, testes, testemunhos (provas). A Terra é um mundo assim.
3) De Regeneração: neles não há mais a expiação, mas ainda há provas pelas quais o espírito tem de passar para consolidar as conquistas evolutivas que fez e desenvolver-se mais. São mundos de transição entre os mundos de expiação e os que vêm a seguir.
4) Ditosos ou Felizes: nestes mundos predomina o bem, porque seus moradores são espíritos mais evoluídos; há muito bem-estar e progresso geral.
5) Divinos ou Celestes: onde o bem sem qualquer mistura e a felicidade é absoluta, como obra sublime dos seus moradores: os puros espíritos.
Compilação de Rudymara retirados dos livros "A Gênese" de Kardec; "O Evangelho segundo o Espiritismo"; "A Caminho da luz" de Emmanuel; "Espiritismo, uma nova era" de Richard Simonetti.
Texto disponível em http://grupoallankardec.blogspot.com.br/2011/05/como-acontece-nossa-evolucao.html?m=1
Acesso em 12/06/2013
OBSESSÃO E CURA
Alguém, certa feita, indagou de grande filósofo como classificaria o sábio e o ignorante e o filósofo respondeu
afirmando que considerava um e outro como sendo o médico e o doente.
No entanto acrescentamos nós – entre o méd...ico e o doente existe o remédio.
Se o enfermo guarda a receita no bolso e foge à instrução indicada, não vale o esforço do clínico ou do cirurgião que
dependem estudo e tempo para servi-lo.
Que a obsessão é moléstia da alma não há negar.
A criatura desvalida de conhecimento superior rende-se, inerme, à influência aviltante, como a planta sem defesa se
deixa invadir pela praga destruidora e surgem os dolorosos enigmas orgânicos que, muitas vezes, culminam com a morte.
Dispomos, contudo, na Doutrina Espírita, à luz dos ensinamentos do Cristo, de verdadeira ciência curativa da alma, com
recursos próprios à solução de cada processo morboso da mente, removendo o obsessor no obsidiado, como o agente
químico ou a intervenção operatória suprimem a enfermidade no enfermo, desde que os interessados se submetam aos
impositivos do tratamento.
Se trazes o problema da obsessão com lucidez bastante para compreender as próprias necessidades, não desconheces
que a renovação da companhia espiritual inferior a que te ajustas depende de tua própria renovação.
Ouvirás preleções nobres, situando-te os rumos.
Recolherás, daqui e dali, conselhos justos e preciosos.
Encontrarás, em suma nos princípios espíritas, apontamento certo e exata orientação.
Entretanto, como no caso da receita formulada por médico abnegado e importante, em teu favor, a lição do Evangelho,
consola e esclarece, encoraja e honra aqueles que a recebem, mas se não for usada não adianta.
Espírito: EMMANUEL
Médium: Francisco Cândido Xavier
Alguém, certa feita, indagou de grande filósofo como classificaria o sábio e o ignorante e o filósofo respondeu
afirmando que considerava um e outro como sendo o médico e o doente.
No entanto acrescentamos nós – entre o méd...ico e o doente existe o remédio.
Se o enfermo guarda a receita no bolso e foge à instrução indicada, não vale o esforço do clínico ou do cirurgião que
dependem estudo e tempo para servi-lo.
Que a obsessão é moléstia da alma não há negar.
A criatura desvalida de conhecimento superior rende-se, inerme, à influência aviltante, como a planta sem defesa se
deixa invadir pela praga destruidora e surgem os dolorosos enigmas orgânicos que, muitas vezes, culminam com a morte.
Dispomos, contudo, na Doutrina Espírita, à luz dos ensinamentos do Cristo, de verdadeira ciência curativa da alma, com
recursos próprios à solução de cada processo morboso da mente, removendo o obsessor no obsidiado, como o agente
químico ou a intervenção operatória suprimem a enfermidade no enfermo, desde que os interessados se submetam aos
impositivos do tratamento.
Se trazes o problema da obsessão com lucidez bastante para compreender as próprias necessidades, não desconheces
que a renovação da companhia espiritual inferior a que te ajustas depende de tua própria renovação.
Ouvirás preleções nobres, situando-te os rumos.
Recolherás, daqui e dali, conselhos justos e preciosos.
Encontrarás, em suma nos princípios espíritas, apontamento certo e exata orientação.
Entretanto, como no caso da receita formulada por médico abnegado e importante, em teu favor, a lição do Evangelho,
consola e esclarece, encoraja e honra aqueles que a recebem, mas se não for usada não adianta.
Espírito: EMMANUEL
Médium: Francisco Cândido Xavier
Livro: “Seara dos Médiuns” - Edição FEB
Fé Raciocinada
Fé Raciocinada
Fé é uma convicção firme e inabalável de que algo é verdadeiro, mesmo sem nenhuma prova ou confirmação. É a absoluta confiança numa idéia, mesmo que evidências apontem o oposto. Para um indivíduo imbuído de uma fé cega, não ...é necessária a compreensão do objeto de fé, mas tão somente a aceitação sem indagações ou dúvidas.
A fé é essencial para o homem, ela nos oferece consolação, coragem e resignação nos momentos difíceis da vida, porém se esta fé é puramente emocional e não resiste a qualquer questionamento mais racional, como poderemos viver em paz e segurança?
A fé sincera e verdadeira é sempre calma, dá a paciência que sabe esperar, porque, apoiando-se na inteligência e na compreensão das coisas, tem a certeza de atingir o objetivo. A fé vacilante sente sua própria fraqueza; quando é estimulada pelo interesse, torna-se enfurecida e acredita que, aliando-se à violência, obterá a força que não tem. A calma na luta é sempre um sinal de força e de confiança; a violência, ao contrário, é uma prova de fraqueza e dúvida de si mesmo. [1]
Por outro lado, a razão geralmente baseia-se na observação, na dúvida, no debate e na compreensão de uma ideia. Uma das principais características da Doutrina Espírita é sua base essencialmente filosófica e racional.
Historicamente, as religiões sempre lutaram para impor a seus seguidores uma fé ingênua e ignorante baseada em dogmas que quase sempre se opunham às descobertas da ciência. A exemplo do grande físico, matemático e astrônomo Galileu Galilei, que foi obrigado a renegar os seus conhecimentos científicos diante dos tribunais para evitar a pena capital.
Ao longo dos séculos, esta mesma fé cega tem alimentado o fanatismo e a intolerância religiosa, levando os homens a cometer crimes brutais, tirando a vida de seus irmãos em nome de Deus.
O poder exercido pela religião ao longo de muitos séculos foi um entrave ao desenvolvimento da ciência e dos avanços tecnológicos. Não fosse a evolução científica diante de descobertas baseadas em análises racionais, possivelmente ainda viveríamos nas trevas da ignorância.
O Espiritismo não acredita no conflito entre a fé e a ciência, ao contrário, alia-se a esta, proclamando uma fé raciocinada, baseada no estudo e na compreensão das ideias, de acordo com as descobertas científicas de sua época.
A Ciência e a Religião são as duas alavancas da inteligência humana. Uma revela as leis do mundo material e a outra, as leis do mundo moral. Ambas as leis, tendo no entanto o mesmo princípio, que é Deus, não podem contradizer-se, visto que, se uma contrariar a outra, uma terá necessariamente razão enquanto a outra não a terá, já que Deus não destruiria sua própria obra. A falta de harmonia e coerência que se acreditou existir entre essas duas ordens de idéias baseia-se num erro de observação e nos princípios exclusivistas de uma e de outra parte. Daí resultou uma luta e uma colisão de idéias que deram origem à incredulidade e à intolerância. [2]
Texto Disponivel em http://www.uniaoespiritadepiracicaba.com.br/fe-raciocinada
Acesso 11/06/2013.Ver mais
Fé é uma convicção firme e inabalável de que algo é verdadeiro, mesmo sem nenhuma prova ou confirmação. É a absoluta confiança numa idéia, mesmo que evidências apontem o oposto. Para um indivíduo imbuído de uma fé cega, não ...é necessária a compreensão do objeto de fé, mas tão somente a aceitação sem indagações ou dúvidas.
A fé é essencial para o homem, ela nos oferece consolação, coragem e resignação nos momentos difíceis da vida, porém se esta fé é puramente emocional e não resiste a qualquer questionamento mais racional, como poderemos viver em paz e segurança?
A fé sincera e verdadeira é sempre calma, dá a paciência que sabe esperar, porque, apoiando-se na inteligência e na compreensão das coisas, tem a certeza de atingir o objetivo. A fé vacilante sente sua própria fraqueza; quando é estimulada pelo interesse, torna-se enfurecida e acredita que, aliando-se à violência, obterá a força que não tem. A calma na luta é sempre um sinal de força e de confiança; a violência, ao contrário, é uma prova de fraqueza e dúvida de si mesmo. [1]
Por outro lado, a razão geralmente baseia-se na observação, na dúvida, no debate e na compreensão de uma ideia. Uma das principais características da Doutrina Espírita é sua base essencialmente filosófica e racional.
Historicamente, as religiões sempre lutaram para impor a seus seguidores uma fé ingênua e ignorante baseada em dogmas que quase sempre se opunham às descobertas da ciência. A exemplo do grande físico, matemático e astrônomo Galileu Galilei, que foi obrigado a renegar os seus conhecimentos científicos diante dos tribunais para evitar a pena capital.
Ao longo dos séculos, esta mesma fé cega tem alimentado o fanatismo e a intolerância religiosa, levando os homens a cometer crimes brutais, tirando a vida de seus irmãos em nome de Deus.
O poder exercido pela religião ao longo de muitos séculos foi um entrave ao desenvolvimento da ciência e dos avanços tecnológicos. Não fosse a evolução científica diante de descobertas baseadas em análises racionais, possivelmente ainda viveríamos nas trevas da ignorância.
O Espiritismo não acredita no conflito entre a fé e a ciência, ao contrário, alia-se a esta, proclamando uma fé raciocinada, baseada no estudo e na compreensão das ideias, de acordo com as descobertas científicas de sua época.
A Ciência e a Religião são as duas alavancas da inteligência humana. Uma revela as leis do mundo material e a outra, as leis do mundo moral. Ambas as leis, tendo no entanto o mesmo princípio, que é Deus, não podem contradizer-se, visto que, se uma contrariar a outra, uma terá necessariamente razão enquanto a outra não a terá, já que Deus não destruiria sua própria obra. A falta de harmonia e coerência que se acreditou existir entre essas duas ordens de idéias baseia-se num erro de observação e nos princípios exclusivistas de uma e de outra parte. Daí resultou uma luta e uma colisão de idéias que deram origem à incredulidade e à intolerância. [2]
Texto Disponivel em http://www.uniaoespiritadepiracicaba.com.br/fe-raciocinada
Acesso 11/06/2013.Ver mais
![Foto: Fé Raciocinada
Fé é uma convicção firme e inabalável de que algo é verdadeiro, mesmo sem nenhuma prova ou confirmação. É a absoluta confiança numa idéia, mesmo que evidências apontem o oposto. Para um indivíduo imbuído de uma fé cega, não é necessária a compreensão do objeto de fé, mas tão somente a aceitação sem indagações ou dúvidas.
A fé é essencial para o homem, ela nos oferece consolação, coragem e resignação nos momentos difíceis da vida, porém se esta fé é puramente emocional e não resiste a qualquer questionamento mais racional, como poderemos viver em paz e segurança?
A fé sincera e verdadeira é sempre calma, dá a paciência que sabe esperar, porque, apoiando-se na inteligência e na compreensão das coisas, tem a certeza de atingir o objetivo. A fé vacilante sente sua própria fraqueza; quando é estimulada pelo interesse, torna-se enfurecida e acredita que, aliando-se à violência, obterá a força que não tem. A calma na luta é sempre um sinal de força e de confiança; a violência, ao contrário, é uma prova de fraqueza e dúvida de si mesmo. [1]
Por outro lado, a razão geralmente baseia-se na observação, na dúvida, no debate e na compreensão de uma ideia. Uma das principais características da Doutrina Espírita é sua base essencialmente filosófica e racional.
Historicamente, as religiões sempre lutaram para impor a seus seguidores uma fé ingênua e ignorante baseada em dogmas que quase sempre se opunham às descobertas da ciência. A exemplo do grande físico, matemático e astrônomo Galileu Galilei, que foi obrigado a renegar os seus conhecimentos científicos diante dos tribunais para evitar a pena capital.
Ao longo dos séculos, esta mesma fé cega tem alimentado o fanatismo e a intolerância religiosa, levando os homens a cometer crimes brutais, tirando a vida de seus irmãos em nome de Deus.
O poder exercido pela religião ao longo de muitos séculos foi um entrave ao desenvolvimento da ciência e dos avanços tecnológicos. Não fosse a evolução científica diante de descobertas baseadas em análises racionais, possivelmente ainda viveríamos nas trevas da ignorância.
O Espiritismo não acredita no conflito entre a fé e a ciência, ao contrário, alia-se a esta, proclamando uma fé raciocinada, baseada no estudo e na compreensão das ideias, de acordo com as descobertas científicas de sua época.
A Ciência e a Religião são as duas alavancas da inteligência humana. Uma revela as leis do mundo material e a outra, as leis do mundo moral. Ambas as leis, tendo no entanto o mesmo princípio, que é Deus, não podem contradizer-se, visto que, se uma contrariar a outra, uma terá necessariamente razão enquanto a outra não a terá, já que Deus não destruiria sua própria obra. A falta de harmonia e coerência que se acreditou existir entre essas duas ordens de idéias baseia-se num erro de observação e nos princípios exclusivistas de uma e de outra parte. Daí resultou uma luta e uma colisão de idéias que deram origem à incredulidade e à intolerância. [2]
Texto Disponivel em http://www.uniaoespiritadepiracicaba.com.br/fe-raciocinada
Acesso 11/06/2013.](https://fbcdn-sphotos-a-a.akamaihd.net/hphotos-ak-frc3/p480x480/992856_388760901236269_1535532463_n.jpg)
Espiritismo e pratica
Espiritismo: Os limites da prática.
O Espiritismo é uma religião que surgiu no século XIX por Denizard Hippolyte Leon Rivail, mais conhecido como Allan Kardec. Kardec não foi nenhum tipo de místico ou excêntrico, pois parte de sua vida foi... dedicada às aulas.
Os primeiros contatos com o espiritismo se deu durante seus estudos envolvendo o magnetismo, e foi nesse período que surgiram as famosas sessões das “mesas girantes”, onde aconteciam a movimentação de objetos sem algum tipo de intervenção perceptível. O interesse por esses fenômenos aprofundou seu interesse pelo mundo dos desencarnados, dando origem a obra “O Livro dos Espíritos”. O livro, que hoje fundamenta os ensinamentos do espiritismo, foi o primeiro passo de uma vida inteiramente dedicada ao conhecimento e a explicação dos fenômenos espíritas.
De fato, sua ação doutrinária estabelece no espírita uma relação onde o homem pode e deve compreender, por meio da razão e do diálogo, os fenômenos que outras religiões assumem de maneira misteriosa e resignada. Por isso, que os espíritas são bastante conhecidos como consumidores assíduos da literatura espírita.
Estes livros geralmente relatam a experiência de algumas pessoas com o mundo dos espíritos, legitimando a importância do conhecimento deste outro mundo. Uma vertente da literatura espírita é voltada para a reprodução do conhecimento repassado por espíritos. Esta atividade é mais conhecida como psicografia e atrai a curiosidade de pessoas dentro e fora da religião espírita. Entre outros autores, o brasileiro Chico Xavier tem grande destaque na produção deste tipo de literatura.
Outra característica marcante do espiritismo envolve a realização dos passes onde, um membro dotado de maior sensitividade procura harmonizar o estado psíquico e emocional de outros praticantes. Segundo os princípios espíritas, o indivíduo deve praticar a caridade como uma forma de estabelecer a melhora de sua condição espiritual presente e de suas posteriores reencarnações.
Esta religião tem uma forte relação com o texto bíblico e com os evangelhos. Sem ocupar a posição fundamental da obra de Kardec, a Bíblia é utilizada como uma fonte de compreensão do mundo espiritual. A vida de Jesus Cristo é considerada um modelo de evolução espiritual também obtido na história de vida de outros indivíduos iluminados.
Texto Disponível em http://www.ribeiraopretoonline.com.br/lista-materias.php?id=33
Acesso em 10/06/2013.Ver mais
O Espiritismo é uma religião que surgiu no século XIX por Denizard Hippolyte Leon Rivail, mais conhecido como Allan Kardec. Kardec não foi nenhum tipo de místico ou excêntrico, pois parte de sua vida foi... dedicada às aulas.
Os primeiros contatos com o espiritismo se deu durante seus estudos envolvendo o magnetismo, e foi nesse período que surgiram as famosas sessões das “mesas girantes”, onde aconteciam a movimentação de objetos sem algum tipo de intervenção perceptível. O interesse por esses fenômenos aprofundou seu interesse pelo mundo dos desencarnados, dando origem a obra “O Livro dos Espíritos”. O livro, que hoje fundamenta os ensinamentos do espiritismo, foi o primeiro passo de uma vida inteiramente dedicada ao conhecimento e a explicação dos fenômenos espíritas.
De fato, sua ação doutrinária estabelece no espírita uma relação onde o homem pode e deve compreender, por meio da razão e do diálogo, os fenômenos que outras religiões assumem de maneira misteriosa e resignada. Por isso, que os espíritas são bastante conhecidos como consumidores assíduos da literatura espírita.
Estes livros geralmente relatam a experiência de algumas pessoas com o mundo dos espíritos, legitimando a importância do conhecimento deste outro mundo. Uma vertente da literatura espírita é voltada para a reprodução do conhecimento repassado por espíritos. Esta atividade é mais conhecida como psicografia e atrai a curiosidade de pessoas dentro e fora da religião espírita. Entre outros autores, o brasileiro Chico Xavier tem grande destaque na produção deste tipo de literatura.
Outra característica marcante do espiritismo envolve a realização dos passes onde, um membro dotado de maior sensitividade procura harmonizar o estado psíquico e emocional de outros praticantes. Segundo os princípios espíritas, o indivíduo deve praticar a caridade como uma forma de estabelecer a melhora de sua condição espiritual presente e de suas posteriores reencarnações.
Esta religião tem uma forte relação com o texto bíblico e com os evangelhos. Sem ocupar a posição fundamental da obra de Kardec, a Bíblia é utilizada como uma fonte de compreensão do mundo espiritual. A vida de Jesus Cristo é considerada um modelo de evolução espiritual também obtido na história de vida de outros indivíduos iluminados.
Texto Disponível em http://www.ribeiraopretoonline.com.br/lista-materias.php?id=33
Acesso em 10/06/2013.Ver mais

Reencarnação
1 - O que é a Reencarnação? Para que serve?
Reencarnar é voltar a viver num novo corpo físico. É uma nova oportunidade de aprendizado, como prova do amor de Deus para seus filhos. Só através da reencarnação se prova a justiça e a bondade de... Deus, pois é a única explicação racional para as desigualdades sociais existentes no mundo. Como explicar o fato de crianças que morrem em tenra idade, enquanto outras criaturas vivem quase 100 anos? Como explicar os que nascem com saúde perfeita, enquanto outros nascem com deficiências físicas grosseiras? Somente a reencarnação nos dá a chave desse "mistério". Com as múltiplas experiências na carne, temos a chance de adquirir e aprimorar conhecimentos que ainda nos faltam nos campos do intelecto e da moral. Além de reatar as amizades com nossos inimigos e reparar erros do passado. Quando estivermos evoluídos moral e intelectualmente, não mais necessitaremos reencarnar.
2 - Por que não nos lembramos das nossas vidas passadas?
O esquecimento temporário das vidas passadas é uma necessidade. Não devemos nos lembrar das vidas passadas enquanto estamos encarnados, e nisso está a sabedoria de Deus. Se lembrássemos do mal que fizemos ou dos sofrimentos que passamos, dos inimigos que nos prejudicaram ou daqueles a quem prejudicamos, não teríamos condições de viver entre eles atualmente. Pois, muitas vezes, os inimigos do passado hoje são nossos filhos, irmãos, pais e amigos, que, presentemente, se encontram junto de nós para a reconciliação. Por isso a reencarnação é uma bênção de Deus para seus filhos. As lembranças de erros passados certamente trariam desequilíbrios de toda ordem, uma vez que estamos muito mais perto do ponto de partida do que do ponto de chegada, em termos de caminhada evolutiva. Depois de desencarnado, normalmente nos lembramos de parte desse passado, conforme o grau evolutivo em que nos situamos.
3 - Uma alma que atingiu a perfeição, não volta a reencarnar?
A reencarnação é uma necessidade da alma imperfeita que, através das experiências na matéria, aprende o que necessita para sua definitiva libertação da ignorância e conquista do direito de viver na Vida Eterna. Os Espíritos puros não necessitam mais dessa experiência, pois já atingiram seu objetivo. Só reencarnam nos mundos materiais para cumprirem missões de grande importância, nas regiões onde houver necessidade. O maior exemplo de encarnações missionárias é Jesus.
Texto disponível em: http://www.espirito.org.br/portal/perguntas/prg-008.html
Acesso em 11/06/2013Ver mais
Reencarnar é voltar a viver num novo corpo físico. É uma nova oportunidade de aprendizado, como prova do amor de Deus para seus filhos. Só através da reencarnação se prova a justiça e a bondade de... Deus, pois é a única explicação racional para as desigualdades sociais existentes no mundo. Como explicar o fato de crianças que morrem em tenra idade, enquanto outras criaturas vivem quase 100 anos? Como explicar os que nascem com saúde perfeita, enquanto outros nascem com deficiências físicas grosseiras? Somente a reencarnação nos dá a chave desse "mistério". Com as múltiplas experiências na carne, temos a chance de adquirir e aprimorar conhecimentos que ainda nos faltam nos campos do intelecto e da moral. Além de reatar as amizades com nossos inimigos e reparar erros do passado. Quando estivermos evoluídos moral e intelectualmente, não mais necessitaremos reencarnar.
2 - Por que não nos lembramos das nossas vidas passadas?
O esquecimento temporário das vidas passadas é uma necessidade. Não devemos nos lembrar das vidas passadas enquanto estamos encarnados, e nisso está a sabedoria de Deus. Se lembrássemos do mal que fizemos ou dos sofrimentos que passamos, dos inimigos que nos prejudicaram ou daqueles a quem prejudicamos, não teríamos condições de viver entre eles atualmente. Pois, muitas vezes, os inimigos do passado hoje são nossos filhos, irmãos, pais e amigos, que, presentemente, se encontram junto de nós para a reconciliação. Por isso a reencarnação é uma bênção de Deus para seus filhos. As lembranças de erros passados certamente trariam desequilíbrios de toda ordem, uma vez que estamos muito mais perto do ponto de partida do que do ponto de chegada, em termos de caminhada evolutiva. Depois de desencarnado, normalmente nos lembramos de parte desse passado, conforme o grau evolutivo em que nos situamos.
3 - Uma alma que atingiu a perfeição, não volta a reencarnar?
A reencarnação é uma necessidade da alma imperfeita que, através das experiências na matéria, aprende o que necessita para sua definitiva libertação da ignorância e conquista do direito de viver na Vida Eterna. Os Espíritos puros não necessitam mais dessa experiência, pois já atingiram seu objetivo. Só reencarnam nos mundos materiais para cumprirem missões de grande importância, nas regiões onde houver necessidade. O maior exemplo de encarnações missionárias é Jesus.
Texto disponível em: http://www.espirito.org.br/portal/perguntas/prg-008.html
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quarta-feira, 26 de outubro de 2011
RESUMO DA DOUTRINA ESPIRITA
por ALLAN KARDEC
Vamos resumir, em poucas palavras, os pontos principais da doutrina que nos transmitiram os espíritos, a fim de mais facilmente respondermos a certas objeções.
1. Deus é eterno, imutável, imaterial, único, onipotente, soberanamente justo e bom.
2. Criou o Universo, que abrange todos os seres animados e inanimados, materiais e imateriais.
3. Os seres materiais constituem o mundo visível ou corpóreo, e os seres imateriais, o mundo invisível ou espírita, isto é, dos Espíritos.
4. O mundo espírita é o mundo normal, primitivo, eterno, preexistente e sobrevivente a tudo.
5. O mundo corporal é secundário; poderia deixar de existir, ou não ter jamais existido, sem que por isso se alterasse a essência do mundo espírita.
6. Os Espíritos revestem temporariamente um invólucro material perecível, cuja destruição pela morte lhes restitui a liberdade.
7. Entre as diferentes espécies de seres corpóreo, Deus escolheu a espécie humana para a encarnação dos Espíritos que chegaram a certo grau de desenvolvimento, dando-lhe superioridade moral e intelectual sobre as outras.
8. A alma é um Espírito encarnado, sendo o corpo apenas o seu envoltório.
9. Há no homem três coisas:
1°, o corpo ou ser material análogo aos animais e animado pelo mesmo princípio vital;
2°, a alma ou ser imaterial, Espírito encarnado no corpo;
3°, o laço que prende a alma ao corpo, princípio intermediário entre a matéria e o Espírito.
10. Tem assim o homem duas naturezas: pelo corpo, participa da natureza dos animais, cujos instintos lhe são comuns; pela alma, participa da natureza dos Espíritos.
11. O laço ou perispírito, que prende ao corpo o Espírito, é uma espécie de envoltório semi - material. A morte é a destruição do invólucro mais grosseiro. O Espírito conserva o segundo, que lhe constitui um corpo etéreo, invisível para nós no estado normal, porém que pode tornar-se acidentalmente visível e mesmo tangível, como sucede no fenômeno das aparições.
12. O Espírito não é, pois, um ser abstrato, indefinido, só possível de conceber-se pelo pensamento. É um ser real, circunscrito, que, em certos casos, se torna apreciável pela vista, pelo ouvido e pelo tato.
13. Os Espíritos pertencem a diferentes classes e não são iguais, nem em poder, nem em inteligência, nem em saber, nem em moralidade. Os da primeira ordem são os Espíritos superiores, que se distinguem dos outros pela sua perfeição, seus conhecimentos, sua proximidade de Deus, pela pureza de seus sentimentos e por seu amor do bem: são os anjos ou puros Espíritos. Os das outras classes se acham cada vez mais distanciados dessa perfeição, mostrando-se os das categorias inferiores, na sua maioria eivados das nossas paixões: o ódio, a inveja, o ciúme, o orgulho, etc. Comprazem-se no mal. Há também, entre os inferiores, os que não são nem muito bons nem muito mais, antes perturbadores e enredadores, do que perversos. A malícia e as inconseqüências parecem ser o que neles predomina. São os Espíritos estúrdios ou levianos.
14. Os Espíritos não ocupam perpetuamente a mesma categoria. Todos se melhoram passando pelos diferentes graus da hierarquia espírita. Esta melhora se efetua por meio da encarnação, que é imposta a uns como expiação, a outros como missão. A vida material é uma prova que lhes cumpre sofrer repetidamente, até que hajam atingido a absoluta perfeição moral.
15. Deixando o corpo, a alma volve ao mundo dos Espíritos, donde saíra, para passar por nova existência material, após um lapso de tempo mais ou menos longo, durante o qual permanece em estado de Espírito errante.
16. Tendo o Espírito que passar por muitas encarnações, segue-se que todos nós temos tido muitas existências e que teremos ainda outras, mais ou menos aperfeiçoadas, quer na Terra, quer em outros mundos.
17. A encarnação dos Espíritos se dá sempre na espécie humana; seria erro acreditar-se que a alma ou Espírito possa encarnar no corpo de um animal.
18. As diferentes existências corpóreas do Espírito são sempre progressivas e nunca regressivas; mas, a rapidez do seu progresso depende dos esforços que faça para chegar à perfeição.
19. As qualidades da alma são as do Espírito que está encarnado em nós; assim, o homem de bem é a encarnação de um bom Espírito, o homem perverso a de um Espírito impuro.
20. A alma possuía sua individualidade antes de encarnar; conserva-a depois de se haver separado do corpo.
21. Na sua volta ao mundo dos Espíritos, encontra ela todos aqueles que conhecera na Terra, e todas as suas existências anteriores se lhe desenham na memória, com a lembrança de todo bem e de todo mal que fez.
22. O Espírito encarnado se acha sob a influência da matéria; o homem que vence esta influência, pela elevação e depuração de sua alma, se aproxima dos bons Espíritos, em cuja companhia um dia estará. Aquele que se deixa dominar pelas más paixões, e põe todas as suas alegrias na satisfação dos apetites grosseiros, se aproxima dos Espíritos impuros, dando preponderância à sua natureza animal.
23. Os Espíritos encarnados habitam os diferentes globos do Universo.
24. Os não encarnados ou errantes não ocupam uma região determinada e circunscrita; estão por toda parte no espaço e ao nosso lado, vendo-nos e acotovelando-nos de contínuo. É toda uma população invisível, a mover-se em torno de nós.
25. Os Espíritos exercem incessante ação sobre o mundo moral e mesmo sobre o mundo físico. Atuam sobre a matéria e sobre o pensamento e constituem uma das potências da Natureza, causa eficiente de uma multidão de fenômenos até então inexplicados ou mal explicados e que não encontram explicação racional senão no Espiritismo.
26. As relações dos Espíritos com os homens são constantes. Os bons Espíritos nos atraem para o bem, nos sustentam nas provas da vida e nos ajudam a suportá-las com coragem e resignação. Os maus nos impelem para o mal: é-lhes um gozo ver-nos e assemelhar-nos a eles.
27. As comunicações dos Espíritos com os homens são ocultas ou ostensivas. As ocultas se verificam pela influência boa ou má que exercem sobre nós, à nossa revelia. Cabe ao nosso juízo discernir as boas das más inspirações. As comunicações ostensivas se dão por meio da escrita, da palavra ou de outras manifestações materiais, quase sempre pelos médiuns que lhes servem de instrumentos.
28. Os Espíritos se manifestam espontaneamente ou mediante evocação.
29. Podem evocar-se todos os Espíritos: os que animaram homens obscuros, como os das personagens mais ilustres, seja qual for a época em que tenham vivido; os de nossos parentes, amigos, ou inimigos, e obter-se deles, por comunicações escritas ou verbais, conselhos, informações sobre a situação em que se encontram no Além, sobre o que pensam a nosso respeito, assim como as revelações que lhes sejam permitidas fazer-nos.
30. Os Espíritos são atraídos na razão da simpatia que lhes inspire a natureza moral do meio que os evoca. Os Espíritos superiores se comprazem nas reuniões sérias, onde predominam o amor do bem e o desejo sincero, por parte dos que as compõem, de se instruírem e melhorarem. A presença deles afasta os Espíritos inferiores que, inversamente, encontram livre acesso e podem obrar com toda a liberdade entre pessoas frívolas ou impelidas unicamente pela curiosidade e onde quer que existam maus instintos. Longe de se obterem bons conselhos, ou informações úteis, deles só se devem esperar futilidades, mentiras, gracejos de mau gosto, ou mistificações, pois que muitas vezes tomam nomes venerados, a fim de melhor induzirem ao erro.
31. Distinguir os bons dos maus Espíritos é extremamente fácil. Os Espíritos superiores usam constantemente de linguagem digna, nobre, repassada da mais alta moralidade, escoimada de qualquer paixão inferior; a mais pura sabedoria lhes transparece dos conselhos, que objetivam sempre o nosso melhoramento e o bem da Humanidade. A dos Espíritos inferiores, ao contrário, é inconseqüente, amiúde trivial e até grosseira. Se, por vezes, dizem alguma coisa boa e verdadeira, muito mais vezes dizem falsidades e absurdos, por malícia ou ignorância. Zombam da credulidade dos homens e se divertem à custa dos que os interrogam, lisonjeando-lhes a vaidade, alimentando-lhes os desejos com falazes esperanças. Em resumo, as comunicações sérias, na mais ampla acepção do termo, só são dadas nos centros sérios, onde intima comunhão de pensamentos, tendo em vista o bem.
32. A moral dos Espíritos superiores se resume, como a do Cristo, nesta máxima evangélica: Fazer aos outros o que quereríamos que os outros nos fizessem, isto é, fazer o bem e não o mal. Neste princípio encontra o homem uma regra universal de proceder, mesmo para as suas menores ações.
33. Ensinam-nos que o egoísmo, o orgulho, a sensualidade são paixões que nos aproximam da natureza animal, prendendo-nos à matéria; que o homem que, já neste mundo, se desliga da matéria, desprezando as futilidades mundanas e amando o próximo, se avizinha da natureza espiritual; que cada um deve tornar-se útil, de acordo com as faculdades e os meios que Deus lhe pôs nas mãos para experimentá-lo; que o Forte e o Poderoso devem amparo e proteção ao Fraco, porquanto transgride a Lei de Deus aquele que abusa da força e do poder para oprimir o seu semelhante. Ensinam, finalmente, que, no mundo dos Espíritos, nada podendo estar oculto, o hipócrita será desmascarado e patenteadas todas as suas torpezas, que a presença inevitável, e de todos os instantes, daqueles para com quem houvermos procedido mal constitui um dos castigos que nos estão reservados; que ao estado de inferioridade e superioridade dos Espíritos correspondem penas e gozos desconhecidos na Terra.
34. Mas, ensinam também não haver faltas irremissíveis, que a expiação não possa apagar. Meio de consegui-lo encontra o homem nas diferentes existências que lhe permitem avançar, conformemente aos seus desejos e esforços, na senda do progresso, para a perfeição, que é o seu destino final.
35. Este o resumo da Doutrina Espírita, como resulta dos ensinamentos dados pelos Espíritos superiores. Vejamos agora as objeções que se lhe contrapõem.
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Espiritismo
Doutrina Espírita ou Espiritismo
Conheça o Espiritismo, pois esta doutrina Filosófica, Científica e Religiosa representa uma nova era para a evolução espiritual da humanidade. A Doutrina Espírita possui alguns pontos básicos, reconhecendo:
Deus, como a Inteligência Suprema e causa primeira de todas as coisas;
Jesus, O guia e o modelo a ser seguido pelos homens;
Kardec, o Codificador do Espiritismo em sua base fundamental.
A Doutrina Espirita possui como alerta o seguintes ensinamentos:
"Fora da caridade não há salvação".
"Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sempre, tal é a lei."
"Fé inabalável só o é a que pode encarar frente a frente a razão, em todas as épocas da Humanidade."
"Caridade: benevolência para com todos, indulgência para as imperfeições dos outros, perdão das ofensas." (LE, 886)
Portanto, o estudo das obras de Allan Kardec é fundamental para o correto conhecimento da Doutrina Espírita.
A Revista Espírita "O Reformador de março de 1997" traz a seguinte informação sobre a Doutrina Espírita ou Espiritismo:
O QUE É ?
É o conjunto de princípios e leis, revelados pelos Espíritos Superiores, contidos nas obras de Allan Kardec que constituem a Codificação Espírita: O Livro dos Espíritos, O Livro dos Médiuns, O Evangelho segundo o Espiritismo, O Céu e o Inferno e A Gênese.
É o consolador prometido, que veio, no devido tempo, recordar e complementar o que Jesus ensinou, "restabelecendo todas as coisas no seu verdadeiro sentido", trazendo, assim, à humanidade as bases reais para sua espiritualização.
"O Espiritismo é uma ciência que trata da natureza, origem e destino dos Espíritos, bem como de suas relações com o mundo corporal." Allan Kardec (O que é o Espiritismo – Preâmbulo)
"O Espiritismo realiza o que Jesus disse do Consolador prometido: conhecimento das coisas, fazendo que o homem saiba donde vem, para onde vai e por que está na Terra; atrai para os verdadeiros princípios da lei de Deus e consola pela fé e pela esperança." Allan Kardec (O Evangelho segundo o Espiritismo – cap. VI – 4)
O QUE REVELA ?
Revela conceitos novos e mais aprofundados a respeito de Deus, do Universo, dos Homens, dos Espíritos e das Leis que regem a vida.
Revela, ainda, o que somos, de onde viemos, para onde vamos, qual o objetivo da nossa existência e qual a razão da dor e do sofrimento.
QUAL A SUA ABANGÊNCIA?
Trazendo conceitos novos sobre o homem e tudo o que o cerca, o Espiritismo toca em todas as áreas do conhecimento, das atividades e do comportamento humanos, abrindo uma nova era para a regeneração da Humanidade.
Pode e deve ser estudado, analisado e praticado em todos os aspectos fundamentais da vida, tais como: científico, filosófico, religioso, ético, moral, educacional, social.
O QUE ENSINA (PONTOS FUNDAMENTAIS) ?
Deus é a inteligência suprema, causa primeira de todas as coisas. é eterno, imutável, imaterial, único, onipotente, soberanamente justo e bom.
O Universo é criação de Deus. Abrange todos os seres racionais e irracionais, animados e inanimados, materiais e imateriais.
Além do mundo corporal, habitação dos Espíritos encarnados, que são os homens, existe o mundo espiritual, habitação dos Espíritos desencarnados.
No Universo há outros mundos habitados, com seres de diferentes graus de evolução: iguais, mais evoluídos e menos evoluídos que os homens.
Todas as leis da Natureza são leis divinas, pois que Deus é o seu autor. Abrangem tanto as leis físicas como as leis morais.
O homem é um Espírito encarnado em um corpo material. O perispírito é o corpo semimaterial que une o Espírito ao corpo material.
Os Espíritos são os seres inteligentes da criação. Constituem o mundo dos Espíritos, que preexiste e sobrevive a tudo.
Os Espíritos são criados simples e ignorantes. Evoluem, intelectual e moralmente, passando de uma ordem inferior para outra mais elevada, até a perfeição, onde gozam de inalterável felicidade.
Os Espíritos preservam sua individualidade, antes, durante e depois de cada encarnação.
Os Espíritos reencarnam tantas vezes quantas forem necessárias ao seu próprio aprimoramento.
Os Espíritos evoluem sempre. Em suas múltiplas existências corpóreas podem estacionar, mas nunca regridem. A rapidez do seu progresso intelectual e moral depende dos esforços que façam para chegar à perfeição.
Os Espíritos pertencem a diferentes ordens, conforme o grau de perfeição que tenham alcançado: Espíritos Puros, que atingiram a perfeição máxima; Bons Espíritos, nos quais o desejo do bem é o que predomina; Espíritos Imperfeitos, caracterizados pela ignorância, pelo desejo do mal e pelas paixões inferiores.
As relações dos Espíritos com os homens são constantes e sempre existiram. Os bons Espíritos nos atraem para o bem, sustentam-nos nas provas da vida e nos ajudam a suportá-las com coragem e resignação. Os imperfeitos nos induzem ao erro.
Jesus é o guia e modelo para toda a Humanidade. E a Doutrina que ensinou e exemplificou é a expressão mais pura da Lei de Deus.
A moral do Cristo, contida no Evangelho, é o roteiro para a evolução segura de todos os homens, e a sua prática é a solução para todos os problemas humanos e o objetivo a ser atingido pela Humanidade.
O homem tem o livre-arbítrio para agir, mas responde pelas conseqüências de suas ações.
A vida futura reserva aos homens penas e gozos compatíveis com o procedimento de respeito ou não à Lei de Deus.
A prece é um ato de adoração a Deus. Está na lei natural e é o resultado de um sentimento inato no homem, assim como é inata a idéia da existência do Criador.
A prece torna melhor o homem. Aquele que ora com fervor e confiança se faz mais forte contra as tentações do mal e Deus lhe envia bons Espíritos para assisti-lo. É este um socorro que jamais se lhe recusa, quando pedido com sinceridade.
PRÁTICA ESPÍRITA
Toda a prática espírita é gratuita, como orienta o princípio moral do Evangelho: "Dai de graça o que de graça recebestes".
A prática espírita é realizada com simplicidade, sem nenhum culto exterior, dentro do princípio cristão de que Deus deve ser adorado em espírito e verdade.
O Espiritismo não tem sacerdotes e não adota e nem usa em suas reuniões e em suas práticas: altares, imagens, andores, velas, procissões, sacramentos, concessões de indulgência, paramentos, bebidas alcoólicas ou alucinógenas, incenso, fumo, talismãs, amuletos, horóscopos, cartomancia, pirâmides, cristais ou quaisquer outros objetos, rituais ou formas de culto exterior.
O Espiritismo não impõe os seus princípios. Convida os interessados em conhecê-lo a submeterem os seus ensinos ao crivo da razão, antes de aceitá-los.
A mediunidade, que permite a comunicação dos Espíritos com os homens, é uma faculdade que muitas pessoas trazem consigo ao nascer, independentemente da religião ou da diretriz doutrinária de vida que adotem.
A mediunidade, que permite a comunicação dos Espíritos com os homens, é uma faculdade que muitas pessoas trazem consigo ao nascer, independentemente da religião ou da diretriz doutrinária de vida que adotem.
Prática mediúnica espírita só é aquela que é exercida com base nos princípios da Doutrina Espírita e dentro da moral cristã.
O Espiritismo respeita todas as religiões e doutrinas, valoriza todos os esforços para a prática do bem e trabalha pela confraternização e pela paz entre todos os povos e entre todos os homens, independentemente de sua raça, cor, nacionalidade, crença, nível cultural ou social. Reconhece, ainda, que "o verdadeiro homem de bem é o que cumpre a lei de justiça, de amor e de caridade, na sua maior pureza".
( REFORMADOR, MARÇO 1997 )
Conheça o Espiritismo, pois esta doutrina Filosófica, Científica e Religiosa representa uma nova era para a evolução espiritual da humanidade. A Doutrina Espírita possui alguns pontos básicos, reconhecendo:
Deus, como a Inteligência Suprema e causa primeira de todas as coisas;
Jesus, O guia e o modelo a ser seguido pelos homens;
Kardec, o Codificador do Espiritismo em sua base fundamental.
A Doutrina Espirita possui como alerta o seguintes ensinamentos:
"Fora da caridade não há salvação".
"Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sempre, tal é a lei."
"Fé inabalável só o é a que pode encarar frente a frente a razão, em todas as épocas da Humanidade."
"Caridade: benevolência para com todos, indulgência para as imperfeições dos outros, perdão das ofensas." (LE, 886)
Portanto, o estudo das obras de Allan Kardec é fundamental para o correto conhecimento da Doutrina Espírita.
A Revista Espírita "O Reformador de março de 1997" traz a seguinte informação sobre a Doutrina Espírita ou Espiritismo:
O QUE É ?
É o conjunto de princípios e leis, revelados pelos Espíritos Superiores, contidos nas obras de Allan Kardec que constituem a Codificação Espírita: O Livro dos Espíritos, O Livro dos Médiuns, O Evangelho segundo o Espiritismo, O Céu e o Inferno e A Gênese.
É o consolador prometido, que veio, no devido tempo, recordar e complementar o que Jesus ensinou, "restabelecendo todas as coisas no seu verdadeiro sentido", trazendo, assim, à humanidade as bases reais para sua espiritualização.
"O Espiritismo é uma ciência que trata da natureza, origem e destino dos Espíritos, bem como de suas relações com o mundo corporal." Allan Kardec (O que é o Espiritismo – Preâmbulo)
"O Espiritismo realiza o que Jesus disse do Consolador prometido: conhecimento das coisas, fazendo que o homem saiba donde vem, para onde vai e por que está na Terra; atrai para os verdadeiros princípios da lei de Deus e consola pela fé e pela esperança." Allan Kardec (O Evangelho segundo o Espiritismo – cap. VI – 4)
O QUE REVELA ?
Revela conceitos novos e mais aprofundados a respeito de Deus, do Universo, dos Homens, dos Espíritos e das Leis que regem a vida.
Revela, ainda, o que somos, de onde viemos, para onde vamos, qual o objetivo da nossa existência e qual a razão da dor e do sofrimento.
QUAL A SUA ABANGÊNCIA?
Trazendo conceitos novos sobre o homem e tudo o que o cerca, o Espiritismo toca em todas as áreas do conhecimento, das atividades e do comportamento humanos, abrindo uma nova era para a regeneração da Humanidade.
Pode e deve ser estudado, analisado e praticado em todos os aspectos fundamentais da vida, tais como: científico, filosófico, religioso, ético, moral, educacional, social.
O QUE ENSINA (PONTOS FUNDAMENTAIS) ?
Deus é a inteligência suprema, causa primeira de todas as coisas. é eterno, imutável, imaterial, único, onipotente, soberanamente justo e bom.
O Universo é criação de Deus. Abrange todos os seres racionais e irracionais, animados e inanimados, materiais e imateriais.
Além do mundo corporal, habitação dos Espíritos encarnados, que são os homens, existe o mundo espiritual, habitação dos Espíritos desencarnados.
No Universo há outros mundos habitados, com seres de diferentes graus de evolução: iguais, mais evoluídos e menos evoluídos que os homens.
Todas as leis da Natureza são leis divinas, pois que Deus é o seu autor. Abrangem tanto as leis físicas como as leis morais.
O homem é um Espírito encarnado em um corpo material. O perispírito é o corpo semimaterial que une o Espírito ao corpo material.
Os Espíritos são os seres inteligentes da criação. Constituem o mundo dos Espíritos, que preexiste e sobrevive a tudo.
Os Espíritos são criados simples e ignorantes. Evoluem, intelectual e moralmente, passando de uma ordem inferior para outra mais elevada, até a perfeição, onde gozam de inalterável felicidade.
Os Espíritos preservam sua individualidade, antes, durante e depois de cada encarnação.
Os Espíritos reencarnam tantas vezes quantas forem necessárias ao seu próprio aprimoramento.
Os Espíritos evoluem sempre. Em suas múltiplas existências corpóreas podem estacionar, mas nunca regridem. A rapidez do seu progresso intelectual e moral depende dos esforços que façam para chegar à perfeição.
Os Espíritos pertencem a diferentes ordens, conforme o grau de perfeição que tenham alcançado: Espíritos Puros, que atingiram a perfeição máxima; Bons Espíritos, nos quais o desejo do bem é o que predomina; Espíritos Imperfeitos, caracterizados pela ignorância, pelo desejo do mal e pelas paixões inferiores.
As relações dos Espíritos com os homens são constantes e sempre existiram. Os bons Espíritos nos atraem para o bem, sustentam-nos nas provas da vida e nos ajudam a suportá-las com coragem e resignação. Os imperfeitos nos induzem ao erro.
Jesus é o guia e modelo para toda a Humanidade. E a Doutrina que ensinou e exemplificou é a expressão mais pura da Lei de Deus.
A moral do Cristo, contida no Evangelho, é o roteiro para a evolução segura de todos os homens, e a sua prática é a solução para todos os problemas humanos e o objetivo a ser atingido pela Humanidade.
O homem tem o livre-arbítrio para agir, mas responde pelas conseqüências de suas ações.
A vida futura reserva aos homens penas e gozos compatíveis com o procedimento de respeito ou não à Lei de Deus.
A prece é um ato de adoração a Deus. Está na lei natural e é o resultado de um sentimento inato no homem, assim como é inata a idéia da existência do Criador.
A prece torna melhor o homem. Aquele que ora com fervor e confiança se faz mais forte contra as tentações do mal e Deus lhe envia bons Espíritos para assisti-lo. É este um socorro que jamais se lhe recusa, quando pedido com sinceridade.
PRÁTICA ESPÍRITA
Toda a prática espírita é gratuita, como orienta o princípio moral do Evangelho: "Dai de graça o que de graça recebestes".
A prática espírita é realizada com simplicidade, sem nenhum culto exterior, dentro do princípio cristão de que Deus deve ser adorado em espírito e verdade.
O Espiritismo não tem sacerdotes e não adota e nem usa em suas reuniões e em suas práticas: altares, imagens, andores, velas, procissões, sacramentos, concessões de indulgência, paramentos, bebidas alcoólicas ou alucinógenas, incenso, fumo, talismãs, amuletos, horóscopos, cartomancia, pirâmides, cristais ou quaisquer outros objetos, rituais ou formas de culto exterior.
O Espiritismo não impõe os seus princípios. Convida os interessados em conhecê-lo a submeterem os seus ensinos ao crivo da razão, antes de aceitá-los.
A mediunidade, que permite a comunicação dos Espíritos com os homens, é uma faculdade que muitas pessoas trazem consigo ao nascer, independentemente da religião ou da diretriz doutrinária de vida que adotem.
A mediunidade, que permite a comunicação dos Espíritos com os homens, é uma faculdade que muitas pessoas trazem consigo ao nascer, independentemente da religião ou da diretriz doutrinária de vida que adotem.
Prática mediúnica espírita só é aquela que é exercida com base nos princípios da Doutrina Espírita e dentro da moral cristã.
O Espiritismo respeita todas as religiões e doutrinas, valoriza todos os esforços para a prática do bem e trabalha pela confraternização e pela paz entre todos os povos e entre todos os homens, independentemente de sua raça, cor, nacionalidade, crença, nível cultural ou social. Reconhece, ainda, que "o verdadeiro homem de bem é o que cumpre a lei de justiça, de amor e de caridade, na sua maior pureza".
( REFORMADOR, MARÇO 1997 )
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